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Casa de Acolhida Regina Lúcia Fonseca de Gomes celebra 23 anos de fundação



A Casa de Acolhida Regina Lúcia Fonseca de Gomes completou no dia 26 de maio 23 anos de fundação, uma iniciativa da Associação Balbina Fonseca através de sua Presidente Regina Lúcia Fonseca de Gomes, com o objetivo de oferecer um espaço digno para acolhimento às pessoas em situação de rua.


Todas as pessoas que procuram a Casa de Acolhida Regina Lúcia Fonseca de Gomes são recebidas pelas equipes de trabalho que disponibilizam não só atenção, mas várias formas de apoio, orientação, acompanhamento e serviços necessários a este público, como por exemplo: o atendimento para alimentação (café da manhã e almoço); higiene pessoal com a lavagem e troca de roupas que funcionam de segunda a sábado; atendimento pela assistente social, visitas domiciliares, atividades de barbearia, desenvolvimento espiritual , atendimento médico e psicológico, procedimentos na área de enfermagem e outros atendimentos em saúde que seguem um cronograma de dias e horários diferenciados. A Casa de Acolhida realiza também toda lavagem de roupas de cama e banho do Abrigo Social para pernoite da população em situação de rua, mantido pela Secretaria de Assistência Social.


Para celebrar a data participamos da Missa em Ação de Graças, presidida por Pe. Edilson Medeiros de Barros na Catedral de Nossa Senhora da Glória. No final da celebração foi realizada a Coroação de Nossa Senhora pelos amigos da rua, conduzida por Maria Ignez Francischetti Suzano, uma maneira de externar o carinho que sentimos pela Mãe de Jesus e nossa Mãe.


Foi uma manhã de gratidão, devoção, fé e esperança. Em seguida foi servido um delicioso café no salão da Casa de Acolhida Regina Lúcia Fonseca de Gomes para todos os presentes, num alegre momento de confraternização.


Queremos agradecer a todos que fazem parte dessa história: amigos voluntários e funcionários, a comunidade paroquial, entidades públicas e privadas, colaboradores e benfeitores que contribuem para tornar a vida de tantas outras pessoas melhor, tão bem retratada na fala de um assistido da Casa.


“ O que leva uma pessoa a abrir uma Casa como essa de acolhimento para as pessoas que são marginalizadas? Então acho que esse amor que a Casa demonstra para com quem é assistido, é claro que esse amor me transforma, me atinge de alguma forma e me ajuda a ser uma pessoa melhor... As pessoas que estão nas ruas, perdidas por aí, precisam de ajuda, de ressocialização, inclusão e uma oportunidade no mercado de trabalho...Lugares como a Casa de Acolhida são os que ressocializam, que trabalham esta inclusão e que ajudam neste ponto aí. Ela tem me ajudado a olhar para essa situação de uma forma diferente, um olhar de solidariedade, um olhar de amor, de estender a mão para as pessoas e dividir o pouco que se tem.” ( U. L.)


Continuemos juntos a semear. Não importa o tempo, os frutos, a colheita. As sementes lançadas, estas sim, são as de melhor qualidade: atos de amor em favor do irmão.

Deus nos abençoe !!!


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